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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Dilma e Aécio fazem acordo para acabar baixaria no horário político

Eleição 2014
As coordenações jurídicas das campanhas dos candidatos que disputam o segundo turno das eleições presidenciais entraram em acordo hoje (22) para arquivar todas representações que foram protocoladas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Todas são referentes às eleições de 2014.
O acordo firmado entre as coligações da candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) e de Aécio Neves (PSDB) foi homologado por unanimidade pelos ministros do TSE.
Com a decisão, as coligações comprometeram-se a priorizar o debate de ideias no espaço horário eleitoral gratuito no rádio e na TV

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

PT abandona a campanha de Helder Barbalho

VPTotos brancos e nulos para governador no Pará deve aumentar no 2º turno.
E quem deve turbinar esse tipo de voto é, em grande parte, a militância do PT. A companheirada que continuam nas ruas caça somente voto para reeleição de Dilma Rousseff.
Em Santarém, há petista que afirma que não vota para governador – nem em Simão Jatene (PSDB) e muito menos em Helder Barbalho (PMDB), ainda que o PT faça parte da aliança com o PMDB – “nem que a vaca tussa”.
No 1º turno, os brancos e nulos bateram o teto dos 500 mil votos em todo o estado para o cargo de governador.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Globo cancela entrevista com Dilma e Aécio no Jornal Nacional

Jornalismo

As entrevistas com Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) no “Jornal Nacional”, previstas para ocorrer na próxima semana, foram canceladas após impasse entre a Globo e as campanhas.
PT e PSDB reclamavam do tempo de duração da entrevista e de quanto seria, de fato, destinado para que os candidatos pudessem responder.
Segundo a Folha apurou, caso algum ponto não fosse suficientemente explicado, a avaliação é de que faltaria tempo hábil

Frase do dia


Lula

aspasNão quero carreata, quero passeata, o nosso povo de porta a porta explicando o que o governo da Dilma fez”

Lula da Silva, ex-presidente, esbravejando e dando pito nas bases do PT no 2º turno da eleição presidencial em reunião com sindicalistas em São Paulo.

Pesquisas, eleitores e candidatos

por Joaquim Onésimo Barbosa (*)
Quem se baseia em pesquisas eleitorais para vislumbrar o ânimo dos eleitores sempre se surpreende. Pelo menos se contarmos com as peripécias dos institutos de pesquisas brasileiros.
Eleição 2014No primeiro turno das eleições deste ano eles deram um show à parte – de erros.
Na Bahia, o candidato Paulo Souto era o vitorioso até a sexta-feira. Todas as pesquisas dava-lhe vitória garantida. Deu no que deu, Ruy Costa foi eleito com mais de 50% dos votos baianos. Não deu o que as pesquisas diziam.
Em São Paulo, o ex-ministro da saúde Alexandre Padilha não passou dos 6% nas pesquisas. Tanto que, para participar do debate da Globo – a Globo é quem dita as regras na eleições brasileiras, assim como o faz com o futebol – Padilha teve que recorrer à justiça, pois, segundo as regras globais, o candidato petista não estaria no requisito para participar do debate.
Ao final da apuração dos votos, Padilha chegou aos mais de 15%.
A Globo abriu exceção para os presidenciáveis Fidélix, Pr. Everaldo, Luciana Genro e Eduardo Jorge, os quatro juntos, não chegavam os 6%. Mas, como a Globo faz o que quer e todos dizem “amém”, ela deixou que os quatro “nanicos”, como muitos dizem por aí, se fizessem presentes no debate.
No Rio de Janeiro, todas as pesquisas colocavam Antony Garotinho na disputa com Pezão. Foi assim até a última pesquisa. Fechadas as urnas, computados os votos, deu para a final Pezão e Crivela. As pesquisas levaram uma goleada.
No Amazonas, todas as pesquisas destacavam Eduardo Braga eleito com mais de 50% dos votos. O Ibope chegou a dar 60% a Braga. Não deu. Braga vai disputar o segundo turno com o atual governador José Mello. Eles chegaram tecnicamente empatados.
No Pará, Jatene estava eleito no primeiro turno. Pelo menos era o que diziam o Ibope e o Doxa. O governador paraense ouviu tanto os institutos de pesquisas, que, no debate da TV Liberal, foi arrogante e mostrou-se o dono do pedaço, com ar de eleito. Não só está no segundo turno, como ficou atrás de Hélder Barbalho, embora a diferença tenha sido mínima, mas o suficiente para dar um susto no tucano.
No plano nacional, os números entre Aécio e Dilma eram largos. Segundo todos os institutos de pesquisa, Dilma chegaria ao segundo turno com mais de 45% das intenções de voto, deixando Aécio com menos de 30%.
Quem acompanhou as apurações viu a proximidade entre os dois candidatos – 41% a 35%. Embora o número de eleitores que deixaram de votar tenha sido enorme.
As dúvidas: que universo os institutos de pesquisa levam em conta quando fazem as suas “pesquisas”? Que tipo de eleitores eles entrevistam? Todos os Estados são contemplados com as tais pesquisas? No caso das pesquisas para governadores, os municípios são contemplados em sua maioria, inclusive os eleitores do interior, ou ouvem-se apenas os das cidades de médio porte?
Pesquisas são coisas meio esquisitas. Possuem aquela tal margem de erro. Algumas 2 p.p., outras chegam a beirar os 3p.p. Recorre-se a esse artifício para não se enlamear tanto no descrédito como se tem visto ultimamente.
As pesquisas visam a um determinado universo de pessoas. E, tendo-se em vista a vontade de quem as faz, pode-se muito bem maquiá-las. O pesquisador vai à rua com um número x de pessoas para entrevistar. Ele é orientado a pesquisar aleatoriamente, sem escolher A ou B, mas X e Y, de modo aleatório.
E, como são pessoas que fazem as pesquisas, não se pode acreditar que, realmente, todo o universo pesquisado é verdadeiro. Chega uma hora em que o cansaço, a fome e as condições do dia levam o pesquisador a burlar os dados. Aí sim, ele preenche aleatoriamente o questionário, uma vez que o entrevistado não tem nome, documento ou algo que comprovem a sua existência.
Por isso, as pesquisas – essas pesquisas encomendadas – nem sempre descrevem o universo real a que se propõem.
Já as pesquisas acadêmicas, aquelas levadas a cabo com seriedade, revelam dados reais e fidedignos. Pouco falham ou pouco erram. Nessas eu confio.
O eleitor, o de carne e osso e com título, pouco é atingido pelas pesquisas que se publicam por aí.
Os pesquisadores são como a cabeça do bacalhau – sabe-se que ela existe, mas nunca se viu. Eles assim o são – sabemos que eles saem a campo para coletar dados, mas poucos são os interpelados por eles para responderem às suas perguntinhas misteriosas.
Recebi, dia desses, uma ligação na qual a pessoa do outro lado identificava-se como pesquisadora do Ibope e fez-me uma única pergunta – minha formação. Respondi-lhe. A pessoa do outro lado agradeceu-me e disse que eu não me enquadrava no perfil do universo da sua pesquisa. Tentei perguntar o porquê, mas nem tempo tive e a “moça” do outro lado desligou.
Nem nesse tipo de pesquisa se pode confiar. A gente até que tenta acreditar, mas acaba sendo descrente com eles e com elas. E, assim, as pesquisas acabam se tornando mais um indicativo pessoal – de quem manda fazer e para quem é feita – e menos sociológica, antropológica, filosófica ou política, para demonstrar um universo x sobre y situação.
O eleitor vota. E vota para surpreender. Exemplo foi visto no primeiro turno.
Ouvi a justificativa, de um desses comentaristas políticos, que o eleitor só decide seu voto diante da urna. Creio que ele se referia ao caso de presidente e governador, que são apenas dois números para dedilhar. Não é o caso de deputado estadual ou federal e senador, os números são mais longos, e dizer que ele decide na hora é atestar o voto em branco ou nulo, porque nem eu tentando arrumar os números dos meus candidatos a semana toda, consegui ir a minha seção de votação tranquilo.
O eleitor pode responder a uma pesquisa e dizer que votará no candidato X, mas logo em seguida o vento muda de rota e ele pode votar no candidato Y. É isso que pode acontecer. Foi isso que aconteceu com os baianos, com os cariocas, com os paraenses.
O segundo turno é mais previsível. São apenas dois candidatos. E, aí, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Ou vota no X ou então vota no Y. Não há mais de uma opção de candidatos. Na outra margem, pode-se votar em branco ou anular o voto. É o que muitos acabam fazendo.
Aí, nesse contexto, as pesquisas podem ser mais reais, se é que podem ser consideradas assim.
Candidato que espera por pesquisas e nelas confia pode sofrer no final do pleito, pois começa a acontecer aquela brincadeira de esconde-esconde – o eleitor esconde em quem votar e os pesquisadores fingem que entrevistaram um universo X de pessoas.
E, assim, caminhamos vendo as pesquisas levarem a sua goleada, bem maior do que os 7 a 1 tomados pela seleção de Felipão.

Leitor diz que Helder é “conto do paco” no 2º turno

Do leitor que se assina Júlio Jennings, sobre o post Supremo abre outra ação penal contra Jader Barbalho:Santarenos, vamos acordar!
helder
Este é o maior “conto do paco” que o filho de Jader Barbalho [foto] está querendo passar nos moradores de nossa região. Para isso, sem escrúpulos, resolveu levar nas costas o Lira Maia, que é uma figura conhecida por seus processos na Justiça, para “pescar” os votos da região oeste do Pará.
Ainda bem que vai ter 2º turno; assim, quem votou no rapaz, vai poder avaliar melhor o que está fazendo.
É toda a economia de um Estado que está em jogo. Quem é “Helder desde pequenino” não imagina a devassa que estes senhores (leia-se os que os acompanham e estão ávidos por cargos políticos) podem fazer no Pará.
Se os descontentes com Jatene votarem no Helder, só para ver no que vai dar, vão realizar a maior burrada de suas vidas.
Com Helder Barbalho, vamos todos chafurdar na lama do atraso e do caos econômico. Peço a atenção de todos, mais uma vez: a capacidade de governabilidade do jovem Helder Barbalho é muito fraca, pífia mesmo, e ele não tem histórico para comandar um Estado com as dimensões do Pará.
Viva a democracia, mas com conto do paco não!

Dilma adia dados sobre o desmatamento da Amazônia

Madeira - torasO governo Dilma Rousseff adiou a divulgação de dados parciais do desmatamento na Amazônia para depois do segundo turno da eleição presidencial. Em 2013, a derrubada de florestas voltou a crescer (29%), após uma década em queda.
Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), reunião realizada nesta terça (14) definiu que os números referentes a agosto e setembro serão publicados provavelmente só em novembro.
O normal é que os dados do Deter (Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real) sejam divulgadas mês a mês de maio a outubro. Nessa época do ano há menos nuvens para bloquear a visão de satélites.
O último relatório publicado pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que opera o Deter, se refere a julho. Foi divulgado na internet no dia 6 de agosto.
A assessoria de imprensa do ministério afirma que não se pode falar em divulgação atrasada porque o Deter é um instrumento de fiscalização e seus dados devem ser usados para ajudar as equipes do Ibama no combate ao desmatamento. Não serviriam, assim, para indicar de maneira segura a quantidade acumulada de desmatamento.
Com efeito, o Inpe ressalva que o Deter captura só parte das derrubadas ocorridas, devido à menor resolução das imagens e dos sensores utilizados e às restrições de cobertura de nuvens.
O monitoramento mais fino de áreas com corte raso da floresta cabe a outro sistema, o Prodes. Ele emprega sensores de satélite mais potentes, mas apresenta a totalização apenas uma vez por ano, em geral em novembro.
No entanto, o próprio Inpe afirma que, embora o Deter tenha sido desenvolvido como um suporte à fiscalização, o sistema pode ser usado como indicador de tendências do desmatamento anual.
O MMA informa que os dados dos meses ainda não divulgados serão anunciados com o chamado Novo Deter, um aprimoramento do sistema que usará imagens de satélite com resolução melhor (6,25 hectares, contra 25 hectares da versão anterior). O anúncio deverá coincidir com a divulgação do Prodes

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Prefeito de Ulianópolis morre após naufrágio

Davi Soares estava pescando no rio Xingu, quando a lancha bateu em uma pedra


Davi Resende SoaresDavi Resende Soares, prefeito do município de Ulianópolis, no Sudeste paraense, desapareceu na tarde de sexta-feira (10), após a embarcação onde estava ter naufragado no rio Xingu, em Altamira.
Embarcações de diversas localidades seguiram na manhã de sábado (11) para continuar as buscas pelas vítimas.
De acordo com informações, o grupo político de Davi Resende estava comemorando o resultado das eleições do primeiro turno, quando a lancha voadeira bateu em uma pedra e tombou.
Corpo do prefeito é encontrado: O corpo de Davi Resende Soares, prefeito de Ulianópolis, foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros Militar por volta das 18h de sábado, informou o Centro Integrado de Operações (Ciop).
Davi Resende Soares pescava com o irmão, João Resende, e o secretário de Cultura, Paulo Abraim Mascarenhas, que conseguiram chegar à margem. De acordo com o major Francês, o corpo foi encontrado a cerca de 700 metros de onde a embarcação naufragou. O corpo foi reconhecido por familiares da vítima e foi levado para o Instituto Médico Legal de Altamira.
Fonte: Antonio Santos/DOL

Efeitos Marina e Renata

Coluna Painel, da Folha de S. Paulo, hoje (13):
Eleição 2014Para desdenhar o impacto do anúncio de apoio de Marina a Aécio, petistas lembravam que o tucano já havia herdado 70% dos votos dela. Para eles, a oficialização faria pouca diferença.
Os Dilmistas, no entanto, admitem preocupação com o apoio da família de Eduardo Campos ao tucano, anunciado anteontem.
Em Pernambuco, Aécio teve 6% dos votos.

A matemática da traição ao presidente do PP

A candidatura a deputado federal de Gerson Peres (PP) bateu na trave.
Traidores e traído
TRAÍDORES  E TRAIDO
Ele ficou na primeira suplência da coligação União pelo Pará, que elegeu 7 candidatos, entre os quais o santareno Chapadinha (PSD).
E foi justamente para o empresário Chapadinha, por exatos 1.599 votos, que o nº 1 do PP no Pará perdeu a vaga.
Em Santarém, a votação de Gerson Peres caiu em relação a 2010.
Naquele ano, com 1 vereador (Gerlande Castro, hoje no Solidariedade), o cacique estadual do PP obteve 1.567 votos.
Agora, apesar da bancada do partido dobrar, a votação de Peres caiu para 1.173 votos.
Reflexo da traição perpetrada pelos vereadores Luiz Alberto e Nicolau do Povo, que fizeram campanha para o candidato do DEM Nélio Aguiar.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

1º suplente, médico assumirá vaga se raio cair no mesmo lugar

Nélio Aguiar - blog do JesoUntitledComo é mito afirmar que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, o médico Nélio Aguiar (DEM – foto) deveria ficar preparado para assumir vaga na Câmara dos Deputados, em Brasília.
Por, pelo menos, 3 razões.
1ª) É o primeiro suplente do DEM. Perdeu a vaga por cerca de 600 votos.
2º) Foi como 1º suplente que ele assumiu a vaga do deputado Alessandro Novelino (PMN), morto em acidente aéreo em fevereiro de 2012.
3º) Ele tem chances de assumir o cargo em Brasília na vaga de Hélio Leite (DEM), Beto Salame (Pros) ou Lúcio Vale (PR). Tem, pois, muito mais chances que em 2012, quando foram eleitos apenas 2 na sua coligação – Novelino e João Salame.

Por:Jeso Carneiro

Os 41 deputados estaduais eleitos no Pará

Da coligação Pra frente Pará (PSDB, PSD, PTB e PP):
1. Cilene Couto (PSDB)
Reeleita com 72.750 votos. A 2ª mais votada para o cargo. Em 2010, ganhou 43.924 votos.
Junior Ferrari (PSD):
Reeleito com 63.752 votos. Há 4 anos, no PTB, obteve 43.279 votos.
Coronel Neil (PSDB):
Eleito para o cargo pela 1ª vez com 50.999 votos.
Luth Rebelo (PSD):
Eleito para o cargo pela 1ª vez. Amealhou 51.345 votos.
Fernando Coimbra (PSD):
Reeleito com 44.943 votos. Em 2010, ganhou com 29.036 votos.
6. Ana Cunha (PSDB):
Reeleita com 50.491 votos. Há 4 anos, ganhou com 35.336.
Eliane Lima (PSDB):
Eleita pela primeira vez para o cargo, com 42.724 votos.
Tião Miranda (PTB):
Reeleito com 41.147 votos. Há 4 anos, foi eleito com 41.193 votos.
Eduardo Costa (PTB):
Reeleito com 43.783 votos. Em 2010, obteve 32.458 votos.
Celso Sabino (PSDB):
Reeleito com 39.929 votos. Em 2010, obteve 19.140 votos.
Luiz Seffer (PP):
Retorna à Alepa com 33.651 votos. Em 2010, amealhou 19.823 votos.
12. Milton Campos (PSDB):
Eleito pela 1ª vez para o cargo, com 34.370 votos.
Coligação Todos pelo Pará (PMDB e PT):
13. Martinho Carmona (PMDB):
Reeleito com 45.736 votos. Há 4 anos, foi eleito com 43.457 votos.
Doutor Wanderlan (PMDB):
Reeleito com 34.738 votos. Em 2010, ganhou com 23.459 votos.
Osório Juvenil (PMDB):
Reeleito com 34.055 votos. Em 2010, ganhou com 28.035 votos.
Carlos Bordalo (PT):
Reeleito com 40.163 votos. Em 2010, foi eleito com 45.075 votos.
João Chamon Neto (PMDB):
Eleito pela primeira vez para o cargo com 34.413 votos.
José Skaff (PMDB):
Eleito pela primeira vez ao cargo, com 33.646 votos.
Airton Faleiro (PT):
Reeleito com 32.827 votos. Em 2010, ganhou com 32.893 votos.
20. Dirceu Ten Caten (PT):
Eleito pela primeira vez ao cargo, com 32.930 votos
Eraldo Pimenta (PMDB):
Eleito pela primeira vez ao cargo, com 30.089 votos
Chicão (PMDB):
Reeleito com 31.296 votos. Há 4 anos, conseguiu 39.856 votos.
Iran Lima (PMDB):
Eleito pela primeira vez com 30.534 votos.
Coligação A Força da Nossa Gente II (PRB, PSDC, PMN, PRP, SD e PEN):
24. Raimundo Santos (PEN):
Reeleito com 44.452 votos. Em 2010, ganhou com 23.250 votos.
Pastor Divino
Hilton Aguiar
Eliel Faustino
Coligação União Pelo Povo do Pará (PR, PHS e PROS):
28. Junior Hage
Renato Oghwa
Soldado Tercio
Rui Begot
Democratas
32. Marcio Miranda
Haroldo Martins
PSC
34. Olival Marques
Dr. Jaques Neves
PSB
36. Sidney Rosa
Cassio Anderade
PDT/PPL/PTN/PSL
38. Antônio Tonheiro
Miro Sanova
PCB
40. Lelio Costa
PPS
41. Thiago Araújo

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Vice de Helder é líder nacional em processos no Supremo

De cada dez deputados que concorrem a algum mandato nesta eleição, três estão sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF).
Helder e MaiaLevantamento feito pelo [site] Congresso em Foco revela que 140 dos 479 integrantes da Câmara que disputam as eleições respondem a inquérito ou ação penal na mais alta corte do país, onde tramitam as acusações criminais contra parlamentares e outras autoridades federais.
Dez deputados são alvos de mais de cinco investigações.
Os campeões em suspeita são dois deputados do Democratas (DEM) que disputam o mandato de vice-governador em estados da região Norte: Paulo César Quartiero (DEM-RR) e Lira Maia (DEM-PA).
Cada um deles acumula 12 pendências judiciais. Entre os deputados com problemas na Justiça, 115 concorrem à reeleição e cinco ao Senado. Ou seja, se conseguirem manter seus mandatos federais continuarão com a prerrogativa de só serem investigados ou julgados no Supremo.

Blog do Jeso

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Helder Barbalho evita expor o pai na campanha

Filho do senador Jader Barbalho (PMDB), Helder Barbalho, 35, encarna o grande projeto político do pai: assumir o governo do Pará, cargo já ocupado duas vezes pelo senador.
Plenário do SenadoApoiado numa aliança com o PT, costurada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Helder faz uma campanha dissociada do pai: o sobrenome da família não aparece e Jader é uma referência distante.
“O senador Jader já cumpriu [seu] papel como governador, agora como senador. Este é o momento de uma nova geração política”, disse Helder à Folha após caminhada pela periferia de Belém.
A disputa no Pará é acirrada. Segundo pesquisa Ibope, Helder está em empate técnico com Simão Jatene (PSDB), que tenta a reeleição. Também se igualam no segundo turno e em rejeição.
Sem uma promessa “carro-chefe” na campanha, Helder centra a artilharia nos problemas sociais do Estado, como violência em alta e índices ruins na educação, e culpa o PSDB pelo quadro.
Em atividade recente na periferia da capital paraense, Helder corria pelas ruas, em tênis e jeans, para cumprimentar eleitores. Assessores e cabos eleitorais tentavam segui-lo, apontando moradores para receberem abraços.
Os mais velhos citavam o pai do candidato, lembrança evidente no discurso de Helder, que tem o tom de voz e o jeito de falar do pai.
Jader, que renunciou ao Senado em 2001 e chegou a ser preso no ano seguinte sob acusação de desvios de recursos, só apareceu na propaganda de TV do filho no segundo dia, numa apresentação geral da família.
O peemedebista assume o slogan da “mudança” e diz ter “obrigação de enxergar experiências dos que tiveram oportunidade [no poder] para não cometer equívocos”.
JADER E LULA
Pai e filho começaram cedo na política. Jader foi vereador em Belém aos 23 anos, e seu filho, em Ananindeua aos 21. Helder também foi deputado estadual, bem como prefeito de Ananindeua por dois mandatos.
Em 2013, ganhou um programa de rádio no Grupo RBA, do pai. Apresentava moradores denunciando mazelas do Estado.
O candidato monopolizou a propaganda partidária do PMDB no período pré-eleitoral, o que motivou uma ação da Procuradoria por publicidade extemporânea.
E se o pai fica longe da campanha, Lula é figura carimbada. Já apareceu ao menos cinco vezes no programa de Helder, numa delas conversando com o candidato.
O PT é o principal aliado de Helder no Estado, e disputa o Senado na chapa com Paulo Rocha (PT) –ex-deputado federal absolvido no julgamento do mensalão, pelo Supremo Tribunal Federal.
Na convenção do PMDB em junho, ao lado de Helder, Lula lembrou o senador Jader, que estava no palanque.
“Helder, você tem que dizer que é filho [de Jader] com muito orgulho. Paulo [Rocha], você tem que ir para esta eleição de cabeça erguida”, disse Lula na ocasião.
Para Helder, foi uma “homenagem” de Lula ao pai.
“Talvez [Lula tenha dito isso] pelo que chega na imprensa nacional, que é absolutamente destoante do carinho que as pessoas têm [por Jader] no Pará”, disse.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

PREFEITO EVERTON BANHA RECEBE MAIS UMA AMBULÂNCIA DO GOVERNO DO ESTADO

O Prefeito de Uruará, Everton Banha, recebeu na manhã desta quarta feira (10) mais uma ambulância do Governo do estado.
No mês passado, Uruará foi contemplado com outra ambulância que ainda não foi disponibilizada, por estar recebendo algumas adaptações devidas.

sábado, 30 de agosto de 2014

Datafolha mostra Dilma e Marina empatadas com 34%; Aécio tem 15%

Pesquisa mostra Dilma e Marina empatadas com 34%; Aécio tem 15%

Na pesquisa anterior, divulgada dia 18, Dilma tinha 36% e Marina, 21%.
Na simulação de segundo turno, Marina atinge 50% e Dilma, 40%.

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Pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial, divulgada nesta sexta-feira (29), indica uma situação de empate entre a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, e a ex-senadora Marina Silva, candidata do PSB. Cada uma aparece com 34% das intenções de voto. A seguir, vem o senador Aécio Neves (PSDB), com 15%. Na pesquisa anterior do Datafolha, divulgada no último dia 18, Dilma tinha 36%, Marina, 21% e Aécio, 20%.
Na simulação de segundo turno entre Dilma e Marina, a ex-senadora alcançou 50% contra 40% da presidente. Na pesquisa anterior, Marina tinha 47% e Dilma, 43%.

No levantamento desta sexta, Pastor Everaldo (PSC) obteve 2%. Os outros sete candidatos somados têm 1%. Segundo o levantamento, os que disseram votar branco ou nulo são 7%, mesmo percentu

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Marina tem 21% no 1º turno e empata com Dilma no 2º

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Levantamento é o primeiro depois da morte do ex-governador pernambucano Eduardo Campos

Na pesquisa Datafolha publicada nesta segunda-feira Marina Silva e Aécio Neves aparecem em empate técnico na segunda colocação e devem disputar uma das vagas para o segundo turno. Em um eventual segundo turno, Marina empataria com Dilma.

Na pesquisa, a presidente Dilma Rousseff tem 36% das intenções de voto, contra 20% do candidato do PSDB, Aécio, e 21% de Marina Silva, possível escolhida do PSB para ocupar a vaga deixada por Eduardo Campos. O levantamento é o primeiro depois da morte do ex-governador em um acidente de avião na quarta-feira. O corpo dele foi sepultado neste domingo.

Entre os demais candidatos, o Pastor Everaldo (PSC) soma 3% das intenções de voto. Zé Maria (PSTU) e Eduardo Jorge (PV) aparecem com 1%. Luciana Genro (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO), Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Mauro Iasi (PCB) não pontuaram.

Com a participação de Marina como candidata, os números de voto nulo ou em branco caíram cinco pontos. Na última pesquisa, ainda com Campos, esse grupo somava 13% e, agora, recuou para 8%. Indecisos eram 14%, caindo para 9% nesta pesquisa.

O Datafolha também testou um cenário em que o PSB não apresenta um substituto para Campos. Nessa simulação, Dilma tem 41%, Aécio aparece com 25%, Pastor Everaldo com 4%; Zé Maria, Eduardo Jorge, Luciana Genro e Rui Costa Pimenta somam 1% cada. Brancos e nulos registravam 13% e indecisos 12%.

Na resposta espontânea, que soma a intenção de voto sem apresentação dos nomes de candidatos, a presidente Dilma lidera com 24%, Aécio aparece com 11% e Marina com 5%. Na última pesquisa, a candidata do PT tinha 22%, contra 9% do tucano e 0% de Marina.

Na pesquisa anterior, divulgada pelo Datafolha em meados de julho, quando Campos era o candidato do PSB, Dilma tinha 36% das intenções de voto diante de 20% de Aécio e 8% de Campos. O Pastor Everaldo (PSC) aparecia com 3%. José Maria (PSTU), Eduardo Jorge (PV), Luciana Genro, Rui Costa Pimenta (PCO) e Eymael (PSDC) tinham 1% cada. Levy Fidelix (PRTB) e Mauro Iasi (PCB) não pontuavam. Brancos e nulos somavam 13% e indecisos, 14%.

No segundo turno, empate é com Dilma

Na pesquisa Datafolha a presidente Dilma está tecnicamente empatada com Marina Silva em um eventual segundo turno. Segundo a pesquisa, Dilma tem 43% contra 47% de Marina. Em um cenário contra Aécio, a petista venceria com 47% das intenções ante 39% do tucano. Em julho, Dilma tinha 44% contra 40% de Aécio, diferença dentro da margem de erro da pesquisa.
Rejeição
O instituto também apurou a rejeição dos três principais candidatos na disputa presidencial. A presidente Dilma Rousseff tem a maior taxa de rejeição: 34% dos eleitores dizem que não votariam nela de jeito nenhum. A taxa de rejeição de Aécio Neves é de 18% e de Marina Silva, 11%. Na pesquisa anterior, divulgada no início de julho, quando Eduardo Campos (PSB) figurava entre os candidatos, a taxa de rejeição de Dilma era de 35%. Aécio tinha 17% e Campos, 12%.

O levantamento do Datafolha foi feito entre 14 e 15 de agosto, com 2.843 eleitores em 176 municípios do país. A pesquisa foi registrada no TSE sob o protocolo BR-00386/2014 e tem margem de erro máxima de 2 pontos porcentuais e nível de confiança de 95%.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

MITO, OU VERDADE?

Aliados do Ex Prefeito de Uruará"batem" no peito e afirmam que o mesmo terá mais de 15 mil votos apenas na cidade de Uruará.

sendo que o município de Uruará soma pouco mais de 25 mil votos. Talvez nem 20 mil pessoas votará nesta eleição. devido a falta de incentivo dos candidatos.

foi com essa empolgação antecipada que o Brasil perdeu a copa e Gilsinho perdeu a campanha de 2012.

sábado, 9 de agosto de 2014

Afastado há três meses, prefeito de Monte Alegre renuncia

Vice já havia assumido interinamente o cargo.
Afastamento era de 90 dias para que fossem apuradas irregularidades.



José da Costa Alves será efetivado no cargo, no lugar de Sérgio Monteiro (Foto: Josiane Freitas e Divulgação PMMA)José da Costa Alves (esq.) será efetivado no cargo, no lugar de
Sérgio Monteiro (Foto: Josiane Freitas e Divulgação PMMA)
O prefeito Sergio Monteiro, de Monte Alegre, oeste do Pará, encaminhou à Câmara de Vereadores uma carta de renúncia do cargo nesta sexta-feira (8). Ele estava afastado há três meses para que os parlamentares apurassem irregularidades na gestão.
Na carta de renúncia, ele diz que sai de ‘consciência traquila’. “Sempre desejei um município livre de corrupção e injustiças, mas diante das pressões de pessoas que não comungam da mesma vontade que tenho, me vejo obrigado a renunciar o mandato a mim confiado”, diz a carta.
No documento entregue ao Legislativo, o agora ex-prefeito diz que irá voltar à profissão de médico.
O vice-prefeito, José da Costa Alves, que já responde interinamente pela Prefeitura, será empossado para concluir o mandato na manhã deste sábado (9), a partir das 8h na Câmara de Vereadores.