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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

ÁGUA E ESGOTO ENCANADO: SONHO DO POVO DE URUARÁ

Prefeito Everton Banha, participa neste exato momento, Juntamente com o Secretário de administração Marcos Baida, de uma reunião na FUNASA em Belém, para detalhamento e ajustes no convênio do Sistema de abastecimento de água para o Município de Uruará. reunião apenas com Prefeitos, que tem projetos de água e esgoto aprovado. 

Mais 3 ex-secretários de Lira Maia são incluídos na lista dos fichas sujas do Pará

Jaci Barros2Além de Erasmo Maia, mais três ex-secretários municipais em Santarém sofreram pena de inelegibilidade do TCM (Tribunal de Contas dos Municípios), por prestação de contas irregulares, e agora fazem parte da lista dos fichas sujas no Pará.
Todos, coincidência das coincidências, trabalharam com o ex-prefeito e multiprocessado Lira Maia (DEM) e hoje fazem parte do primeiro escalão do governo Alexandre Von (PSDB).
São eles:
1) Jaci Barros (foto) chefe de Gabinete e secretário interino de Juventude, Esporte e Lazer (Semjel).
Inelegível por causa das contas da Semab/2003.
2) Ana Rita Macêdo, secretária de Administração (Semad)
Inelegível por causa das contas da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento/2003.
3) Rosinaldo Colares, secretário de Agricultura e Abastecimento (Semab)
Inelegível por causa das contas da Semab/2003 3 e 2004.
Os 3 receberam pena de cassação de seus direitos políticos por 8 anos.

Por: Jeso Carneiro

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Os pretensos candidatos a prefeito de Uruará, será?

Vem sendo cogitado os nomes de 9 ou mais pretensos pré -candidatos ao maior cargo do executivo municipal de Uruará para 2016.


O atual prefeito Everton Banha não por direito como geralmente e  vinculado, pois o fato dele ser prefeito não garante o direito de concorrer a reeleição, isto depende de algo como o seu próprio interesse ou não em concorrer, pode depender também de como o mesmo estiver avaliado na ocasião e o mais importante, se a executiva no PDT local vai dar o aval para ele concorra a mais um mandato, pois essa decisão não é unilateral e sim colegiada.


Everton Banha não comenta, se é o não candidato a reeleição, até mesmo por que está muito longe, para se falar nisto, já que seu mandato não completou nem dois anos ainda. Alem do Prefeito atuante existe outros nomes citados dentre eles: o Ex- Mario Lobo, Landim (Baiano Lanterneiro), Leandro Goiano, Gilsinho, Turrão, Zenilson Negão, Selestino, Cicero, Julio Magno e Provalmente alguém do PT.

São tantos Possíveis Pretensos Candidatos que, se as Eleições fosse hoje, ficaria difícil de escolher. Quem você votaria?

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

O Brasil de lá e o Brasil de cá

por Joaquim Onésimo Barbosa (*)
Sempre, depois de um pleito eleitoral, emergem as inúmeras falas distorcidas, que revelam a banalidade, a ingenuidade e, mais grave, o preconceito de alguns dos do Sul-Sudeste contra os do Nordeste-Norte.
Em 2010, após a eleição de Dilma, choveram palavrões, incitação à violência, contra os do Nordeste. Eles eram a culpa pelos males que assolam a humanidade. Elegeram Dilma.
Em 2012, após a eleição de Haddad, prefeito de São Paulo capital, outros milhares de comentários depreciativos.
A culpa por tudo o que de pior que existe no Brasil é dos nordestinos.
Dilma Rousseff durante o Encontro: Pelo Semiárido. Petrolina - PE, 21/10/2014. Foto: Ichiro Guerra
A corrupção, entranhada no seio da humanidade desde Adão e Eva, é a culpa mordaz dos nordestinos e, para não deixar escapar, dos petistas.
A miséria que mata milhares mundo por aí, que matou milhares dos próprios nordestinos, também é culpa deles próprios.
O preconceito contra os nordestinos revela o que de pior escondemos nas nossas vísceras.
Quanto mais avançamos em civilidade. Quanto mais nos modernizamos em termos tecnológicos. Quanto mais saímos do fosso da miséria e avançamos para a outra margem da história, tanto mais parece que involuimos no respeito, na civilidade ética e na igualdade de direitos. Somos hipócritas nisso.
Não são apenas os menos informados que usam e abusam dos adjetivos pejorativos para tisnar aqueles que ajudaram a construir o Brasil.
Quem esteve na construção da nossa capital? Quem ajudou a mover a mola que faz girar a capital econômica do Brasil?
Quem ajudou a desbravar estradas e a levar aos cantos do Brasil na interligação econômica? Foram eles, os do Nordeste.
Falamos deles como se fossem menos importante, como aquela página em branco de um livro que ninguém sabe para que serve.
Ignoramos a importância dos do Nordeste, que revela, todos os dias, talentos.
Foi o Nordeste que nos deu nomes ilustres da nossa literatura – Ariano Suassuna é um deles. Sem esquecer Elba Ramalho, Fagner e Alceu Valença na música. E tantos outros.
Mas, ao gosto da nossa ignorância mordaz, preferimos vê-los como os descamisados, os inválidos, os preguiçosos, os sem cultura, os sem valor.
É assim que os vejo nos inúmeros comentários que leio.
Diogo Mainardi, da Rede Globo, logo após o resultado das eleições, que deu um segundo mandato à Dilma, saiu-se com um comentário tão imundo quanto o que a emissora da qual ele faz parte faz como jornalismo.
Para Mainardi, “os nordestinos sempre agiram como bovinos”, estão distantes da modernidade, porque têm dificuldade de entrar no círculo moderno, têm uma linguagem atrasada.
Não sei o que o jornalista entende por linguagem atrasada. Pior do que uma linguagem atrasada é o atraso do seu cérebro que não conseguiu acompanhar a modernização do Nordeste. Ele vive em Veneza, lugar da civilidade, mas nem lá ele parece não ter aprendido os ritos modernos de uma civilização que respeita o direito e o espaço do outro.
Enquanto o Nordeste é visto como o atrasado política e economicamente, São Paulo, representando majoritariamente o Sudeste, floresce como o avanço, a modernidade.
A explicação para o atraso do Nordeste são as bolsas que o governo teima em dar como isca para os ignorantes, os famintos e os afastados da civilização.
A explicação para os avanços do sudeste, de São Paulo principalmente, está no governo que afasta os pobres do meio social e agrega os endinheirados e alfabetizados, conscientes da sua cidadania e da sua ampla ignorância, certamente.
O Nordeste viveu, por longos anos, a seca, a miséria e o abandono. O que lhe era de direito escorria como água para os do Sudeste, e São Paulo torrava em desenvolvimento. Hoje a situação é diferente – falta água em São Paulo e o Nordeste começa a ver jorrar em abundância pelo sertão nordestino. Quanta ironia.
Quando viu o Nordeste sair do atraso e começar a despontar como o outro, não mais migrando para aplacar sua fome, negando sua mão de obra escrava aos do sudeste, passa a ser o bovino do governo petista.
Nossa ignoarrogância pura.
O Nordeste precisava viver na miséria. Os do nordeste precisavam continuar nas cenas e nos noticiários nacionais e internacionais, como os famintos, os da seca, os miseráveis. Porque não o são mais, não servem mais como trampolim dos doutos senhores, agora são sinônimo de burrice, de atraso, de acefalia.
Voltando a Mainardi. Ele sempre acha que o Brasil do Nordeste é o atraso que deveria ser expurgado.
Ao comentar sobre o livro A cabeça do brasileiro, o jornalista dizia que não há como não comparar a cabeça dos nordestinos com a cabeça dos paulistas. E não há mesmo.
Certamente, na cabeça de alguns, como a de Mainardi, jorra hipocrisia e arrogância metamorfoseada pelo preconceito doentio.
Talvez a nossa arrogância seja muito maior do que os nossos problemas sociais.
Fico imaginando se fosse Aécio que vencesse as eleições, o que diriam os do outro lado.
Certamente, os que hoje jorram preconceito contra os nordestinos, ficariam calados, e atribuiriam a vitória tucana aos do sudeste-sul, quando na verdade o Brasil inteiro votou, em maior ou menor expressão no tucano ou na petista.
Dividir o Brasil do Norte-Nordeste como os do atraso e da burrice porque votou, em grande maioria em Dilma e o Sudeste-Sul como os livres da ignorância – como disse dia desses Fernando Henrique – porque votou em maioria em Aécio, é esquecer o nosso passado e esconder a vida de duas décadas.
Em nenhum Estado do Nordeste Aécio deixou de receber voto. Isso significa que não podemos atribuir ao nordestinos a derrota tucana.
O que dizer então sobre a derrota de Aécio em Minas Gerais – seu berço e de onde saiu, dizem eles, como mais de 90% de aprovação? Os resultados não parecem confirmar o garbo do tucano.
A diferença entre os dois candidatos foi um pouco mais de três milhões. Somam-se os que não votaram e vejamos que não podemos atribuir aos que votaram em Dilma a desgraça tucana.
O certo é que nenhum dos dois candidatos tiveram o discurso suficientemente convincente para levar esses 21milhões de brasileiros que se recusaram a votar a dedilhar o 13 ou o 45.
É bom que reconheçamos isso. Se os que hoje vociferam hipocrisia tivessem a consciência de que seu candidato era o melhor para o Brasil teriam saído às ruas, batido de porta em porta, e convencido os seus a irem eleger Aécio. Mas não foram.
Agora, que o resultado é irreversível, parecem acordar para a realidade.
Sair às ruas para clamar por intervenção militar – a maioria dos que seguem como bovinos, os que defendem a ditatura militar é de jovem que não viveu o período de ferro e fogo – parece ser atestar nossa imbecilidade e nosso desprezo pela Democracia.
O respeito pelo direito de escolha é uma das características das democracias modernas e maduras.
Quem não respeita a vontade da maioria tende a ser – aí sim se pode chamar – os bovinos rebeldes, acometidos da acefalia, que tentam impingir aos que, cônscios de sua realidade de outrora, deram mais quatro anos a quem acharam melhor.
Enquanto houver dois brasis, continuaremos a ver a miséria da nossa ignorância atropelar a Democracia que parece tão frágil diante dos apelos dos que desconhecem o que foi a Ditadura.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Frase do dia

bolsonaro

"Sou de direita mesmo e não tenho vergonha de dizer. Vou disputar o Planalto. Se meu partido não me apoiar, mudo de legenda para concorrer"

Jair Bolsonaro, deputado federal (PP) mais votado no Rio de Janeiro, ao afirmar que será a candidato à Presidência em 2018.

MEC barra curso de Odontologia em Santarém

Ainda não será este ano.
Hoje (31), o MEC (Ministério da Educação e Cultura) oficializou o indeferimento para o pedido de autorização de funcionamento do curso superior (bacharelado) em Odontologia em Santarém.
A solicitado foi feita pela Fundação Esperança, mantenedora do Iespes (Instituto Esperança de Ensino Superior) em 2011, mas ainda não obteve êxito.
Santarém não possui curso de Odontologia.
A Faculdade Pan Amazônia, com sede em Belém, também teve seu pedido negado pelo MEC para funcionamento do curso de Fisioterapia.

Tags: · universidade

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Dilma e Aécio fazem acordo para acabar baixaria no horário político

Eleição 2014
As coordenações jurídicas das campanhas dos candidatos que disputam o segundo turno das eleições presidenciais entraram em acordo hoje (22) para arquivar todas representações que foram protocoladas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Todas são referentes às eleições de 2014.
O acordo firmado entre as coligações da candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) e de Aécio Neves (PSDB) foi homologado por unanimidade pelos ministros do TSE.
Com a decisão, as coligações comprometeram-se a priorizar o debate de ideias no espaço horário eleitoral gratuito no rádio e na TV

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

PT abandona a campanha de Helder Barbalho

VPTotos brancos e nulos para governador no Pará deve aumentar no 2º turno.
E quem deve turbinar esse tipo de voto é, em grande parte, a militância do PT. A companheirada que continuam nas ruas caça somente voto para reeleição de Dilma Rousseff.
Em Santarém, há petista que afirma que não vota para governador – nem em Simão Jatene (PSDB) e muito menos em Helder Barbalho (PMDB), ainda que o PT faça parte da aliança com o PMDB – “nem que a vaca tussa”.
No 1º turno, os brancos e nulos bateram o teto dos 500 mil votos em todo o estado para o cargo de governador.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Globo cancela entrevista com Dilma e Aécio no Jornal Nacional

Jornalismo

As entrevistas com Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) no “Jornal Nacional”, previstas para ocorrer na próxima semana, foram canceladas após impasse entre a Globo e as campanhas.
PT e PSDB reclamavam do tempo de duração da entrevista e de quanto seria, de fato, destinado para que os candidatos pudessem responder.
Segundo a Folha apurou, caso algum ponto não fosse suficientemente explicado, a avaliação é de que faltaria tempo hábil

Frase do dia


Lula

aspasNão quero carreata, quero passeata, o nosso povo de porta a porta explicando o que o governo da Dilma fez”

Lula da Silva, ex-presidente, esbravejando e dando pito nas bases do PT no 2º turno da eleição presidencial em reunião com sindicalistas em São Paulo.

Pesquisas, eleitores e candidatos

por Joaquim Onésimo Barbosa (*)
Quem se baseia em pesquisas eleitorais para vislumbrar o ânimo dos eleitores sempre se surpreende. Pelo menos se contarmos com as peripécias dos institutos de pesquisas brasileiros.
Eleição 2014No primeiro turno das eleições deste ano eles deram um show à parte – de erros.
Na Bahia, o candidato Paulo Souto era o vitorioso até a sexta-feira. Todas as pesquisas dava-lhe vitória garantida. Deu no que deu, Ruy Costa foi eleito com mais de 50% dos votos baianos. Não deu o que as pesquisas diziam.
Em São Paulo, o ex-ministro da saúde Alexandre Padilha não passou dos 6% nas pesquisas. Tanto que, para participar do debate da Globo – a Globo é quem dita as regras na eleições brasileiras, assim como o faz com o futebol – Padilha teve que recorrer à justiça, pois, segundo as regras globais, o candidato petista não estaria no requisito para participar do debate.
Ao final da apuração dos votos, Padilha chegou aos mais de 15%.
A Globo abriu exceção para os presidenciáveis Fidélix, Pr. Everaldo, Luciana Genro e Eduardo Jorge, os quatro juntos, não chegavam os 6%. Mas, como a Globo faz o que quer e todos dizem “amém”, ela deixou que os quatro “nanicos”, como muitos dizem por aí, se fizessem presentes no debate.
No Rio de Janeiro, todas as pesquisas colocavam Antony Garotinho na disputa com Pezão. Foi assim até a última pesquisa. Fechadas as urnas, computados os votos, deu para a final Pezão e Crivela. As pesquisas levaram uma goleada.
No Amazonas, todas as pesquisas destacavam Eduardo Braga eleito com mais de 50% dos votos. O Ibope chegou a dar 60% a Braga. Não deu. Braga vai disputar o segundo turno com o atual governador José Mello. Eles chegaram tecnicamente empatados.
No Pará, Jatene estava eleito no primeiro turno. Pelo menos era o que diziam o Ibope e o Doxa. O governador paraense ouviu tanto os institutos de pesquisas, que, no debate da TV Liberal, foi arrogante e mostrou-se o dono do pedaço, com ar de eleito. Não só está no segundo turno, como ficou atrás de Hélder Barbalho, embora a diferença tenha sido mínima, mas o suficiente para dar um susto no tucano.
No plano nacional, os números entre Aécio e Dilma eram largos. Segundo todos os institutos de pesquisa, Dilma chegaria ao segundo turno com mais de 45% das intenções de voto, deixando Aécio com menos de 30%.
Quem acompanhou as apurações viu a proximidade entre os dois candidatos – 41% a 35%. Embora o número de eleitores que deixaram de votar tenha sido enorme.
As dúvidas: que universo os institutos de pesquisa levam em conta quando fazem as suas “pesquisas”? Que tipo de eleitores eles entrevistam? Todos os Estados são contemplados com as tais pesquisas? No caso das pesquisas para governadores, os municípios são contemplados em sua maioria, inclusive os eleitores do interior, ou ouvem-se apenas os das cidades de médio porte?
Pesquisas são coisas meio esquisitas. Possuem aquela tal margem de erro. Algumas 2 p.p., outras chegam a beirar os 3p.p. Recorre-se a esse artifício para não se enlamear tanto no descrédito como se tem visto ultimamente.
As pesquisas visam a um determinado universo de pessoas. E, tendo-se em vista a vontade de quem as faz, pode-se muito bem maquiá-las. O pesquisador vai à rua com um número x de pessoas para entrevistar. Ele é orientado a pesquisar aleatoriamente, sem escolher A ou B, mas X e Y, de modo aleatório.
E, como são pessoas que fazem as pesquisas, não se pode acreditar que, realmente, todo o universo pesquisado é verdadeiro. Chega uma hora em que o cansaço, a fome e as condições do dia levam o pesquisador a burlar os dados. Aí sim, ele preenche aleatoriamente o questionário, uma vez que o entrevistado não tem nome, documento ou algo que comprovem a sua existência.
Por isso, as pesquisas – essas pesquisas encomendadas – nem sempre descrevem o universo real a que se propõem.
Já as pesquisas acadêmicas, aquelas levadas a cabo com seriedade, revelam dados reais e fidedignos. Pouco falham ou pouco erram. Nessas eu confio.
O eleitor, o de carne e osso e com título, pouco é atingido pelas pesquisas que se publicam por aí.
Os pesquisadores são como a cabeça do bacalhau – sabe-se que ela existe, mas nunca se viu. Eles assim o são – sabemos que eles saem a campo para coletar dados, mas poucos são os interpelados por eles para responderem às suas perguntinhas misteriosas.
Recebi, dia desses, uma ligação na qual a pessoa do outro lado identificava-se como pesquisadora do Ibope e fez-me uma única pergunta – minha formação. Respondi-lhe. A pessoa do outro lado agradeceu-me e disse que eu não me enquadrava no perfil do universo da sua pesquisa. Tentei perguntar o porquê, mas nem tempo tive e a “moça” do outro lado desligou.
Nem nesse tipo de pesquisa se pode confiar. A gente até que tenta acreditar, mas acaba sendo descrente com eles e com elas. E, assim, as pesquisas acabam se tornando mais um indicativo pessoal – de quem manda fazer e para quem é feita – e menos sociológica, antropológica, filosófica ou política, para demonstrar um universo x sobre y situação.
O eleitor vota. E vota para surpreender. Exemplo foi visto no primeiro turno.
Ouvi a justificativa, de um desses comentaristas políticos, que o eleitor só decide seu voto diante da urna. Creio que ele se referia ao caso de presidente e governador, que são apenas dois números para dedilhar. Não é o caso de deputado estadual ou federal e senador, os números são mais longos, e dizer que ele decide na hora é atestar o voto em branco ou nulo, porque nem eu tentando arrumar os números dos meus candidatos a semana toda, consegui ir a minha seção de votação tranquilo.
O eleitor pode responder a uma pesquisa e dizer que votará no candidato X, mas logo em seguida o vento muda de rota e ele pode votar no candidato Y. É isso que pode acontecer. Foi isso que aconteceu com os baianos, com os cariocas, com os paraenses.
O segundo turno é mais previsível. São apenas dois candidatos. E, aí, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Ou vota no X ou então vota no Y. Não há mais de uma opção de candidatos. Na outra margem, pode-se votar em branco ou anular o voto. É o que muitos acabam fazendo.
Aí, nesse contexto, as pesquisas podem ser mais reais, se é que podem ser consideradas assim.
Candidato que espera por pesquisas e nelas confia pode sofrer no final do pleito, pois começa a acontecer aquela brincadeira de esconde-esconde – o eleitor esconde em quem votar e os pesquisadores fingem que entrevistaram um universo X de pessoas.
E, assim, caminhamos vendo as pesquisas levarem a sua goleada, bem maior do que os 7 a 1 tomados pela seleção de Felipão.

Leitor diz que Helder é “conto do paco” no 2º turno

Do leitor que se assina Júlio Jennings, sobre o post Supremo abre outra ação penal contra Jader Barbalho:Santarenos, vamos acordar!
helder
Este é o maior “conto do paco” que o filho de Jader Barbalho [foto] está querendo passar nos moradores de nossa região. Para isso, sem escrúpulos, resolveu levar nas costas o Lira Maia, que é uma figura conhecida por seus processos na Justiça, para “pescar” os votos da região oeste do Pará.
Ainda bem que vai ter 2º turno; assim, quem votou no rapaz, vai poder avaliar melhor o que está fazendo.
É toda a economia de um Estado que está em jogo. Quem é “Helder desde pequenino” não imagina a devassa que estes senhores (leia-se os que os acompanham e estão ávidos por cargos políticos) podem fazer no Pará.
Se os descontentes com Jatene votarem no Helder, só para ver no que vai dar, vão realizar a maior burrada de suas vidas.
Com Helder Barbalho, vamos todos chafurdar na lama do atraso e do caos econômico. Peço a atenção de todos, mais uma vez: a capacidade de governabilidade do jovem Helder Barbalho é muito fraca, pífia mesmo, e ele não tem histórico para comandar um Estado com as dimensões do Pará.
Viva a democracia, mas com conto do paco não!

Dilma adia dados sobre o desmatamento da Amazônia

Madeira - torasO governo Dilma Rousseff adiou a divulgação de dados parciais do desmatamento na Amazônia para depois do segundo turno da eleição presidencial. Em 2013, a derrubada de florestas voltou a crescer (29%), após uma década em queda.
Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), reunião realizada nesta terça (14) definiu que os números referentes a agosto e setembro serão publicados provavelmente só em novembro.
O normal é que os dados do Deter (Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real) sejam divulgadas mês a mês de maio a outubro. Nessa época do ano há menos nuvens para bloquear a visão de satélites.
O último relatório publicado pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que opera o Deter, se refere a julho. Foi divulgado na internet no dia 6 de agosto.
A assessoria de imprensa do ministério afirma que não se pode falar em divulgação atrasada porque o Deter é um instrumento de fiscalização e seus dados devem ser usados para ajudar as equipes do Ibama no combate ao desmatamento. Não serviriam, assim, para indicar de maneira segura a quantidade acumulada de desmatamento.
Com efeito, o Inpe ressalva que o Deter captura só parte das derrubadas ocorridas, devido à menor resolução das imagens e dos sensores utilizados e às restrições de cobertura de nuvens.
O monitoramento mais fino de áreas com corte raso da floresta cabe a outro sistema, o Prodes. Ele emprega sensores de satélite mais potentes, mas apresenta a totalização apenas uma vez por ano, em geral em novembro.
No entanto, o próprio Inpe afirma que, embora o Deter tenha sido desenvolvido como um suporte à fiscalização, o sistema pode ser usado como indicador de tendências do desmatamento anual.
O MMA informa que os dados dos meses ainda não divulgados serão anunciados com o chamado Novo Deter, um aprimoramento do sistema que usará imagens de satélite com resolução melhor (6,25 hectares, contra 25 hectares da versão anterior). O anúncio deverá coincidir com a divulgação do Prodes

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Prefeito de Ulianópolis morre após naufrágio

Davi Soares estava pescando no rio Xingu, quando a lancha bateu em uma pedra


Davi Resende SoaresDavi Resende Soares, prefeito do município de Ulianópolis, no Sudeste paraense, desapareceu na tarde de sexta-feira (10), após a embarcação onde estava ter naufragado no rio Xingu, em Altamira.
Embarcações de diversas localidades seguiram na manhã de sábado (11) para continuar as buscas pelas vítimas.
De acordo com informações, o grupo político de Davi Resende estava comemorando o resultado das eleições do primeiro turno, quando a lancha voadeira bateu em uma pedra e tombou.
Corpo do prefeito é encontrado: O corpo de Davi Resende Soares, prefeito de Ulianópolis, foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros Militar por volta das 18h de sábado, informou o Centro Integrado de Operações (Ciop).
Davi Resende Soares pescava com o irmão, João Resende, e o secretário de Cultura, Paulo Abraim Mascarenhas, que conseguiram chegar à margem. De acordo com o major Francês, o corpo foi encontrado a cerca de 700 metros de onde a embarcação naufragou. O corpo foi reconhecido por familiares da vítima e foi levado para o Instituto Médico Legal de Altamira.
Fonte: Antonio Santos/DOL

Efeitos Marina e Renata

Coluna Painel, da Folha de S. Paulo, hoje (13):
Eleição 2014Para desdenhar o impacto do anúncio de apoio de Marina a Aécio, petistas lembravam que o tucano já havia herdado 70% dos votos dela. Para eles, a oficialização faria pouca diferença.
Os Dilmistas, no entanto, admitem preocupação com o apoio da família de Eduardo Campos ao tucano, anunciado anteontem.
Em Pernambuco, Aécio teve 6% dos votos.

A matemática da traição ao presidente do PP

A candidatura a deputado federal de Gerson Peres (PP) bateu na trave.
Traidores e traído
TRAÍDORES  E TRAIDO
Ele ficou na primeira suplência da coligação União pelo Pará, que elegeu 7 candidatos, entre os quais o santareno Chapadinha (PSD).
E foi justamente para o empresário Chapadinha, por exatos 1.599 votos, que o nº 1 do PP no Pará perdeu a vaga.
Em Santarém, a votação de Gerson Peres caiu em relação a 2010.
Naquele ano, com 1 vereador (Gerlande Castro, hoje no Solidariedade), o cacique estadual do PP obteve 1.567 votos.
Agora, apesar da bancada do partido dobrar, a votação de Peres caiu para 1.173 votos.
Reflexo da traição perpetrada pelos vereadores Luiz Alberto e Nicolau do Povo, que fizeram campanha para o candidato do DEM Nélio Aguiar.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

1º suplente, médico assumirá vaga se raio cair no mesmo lugar

Nélio Aguiar - blog do JesoUntitledComo é mito afirmar que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, o médico Nélio Aguiar (DEM – foto) deveria ficar preparado para assumir vaga na Câmara dos Deputados, em Brasília.
Por, pelo menos, 3 razões.
1ª) É o primeiro suplente do DEM. Perdeu a vaga por cerca de 600 votos.
2º) Foi como 1º suplente que ele assumiu a vaga do deputado Alessandro Novelino (PMN), morto em acidente aéreo em fevereiro de 2012.
3º) Ele tem chances de assumir o cargo em Brasília na vaga de Hélio Leite (DEM), Beto Salame (Pros) ou Lúcio Vale (PR). Tem, pois, muito mais chances que em 2012, quando foram eleitos apenas 2 na sua coligação – Novelino e João Salame.

Por:Jeso Carneiro

Os 41 deputados estaduais eleitos no Pará

Da coligação Pra frente Pará (PSDB, PSD, PTB e PP):
1. Cilene Couto (PSDB)
Reeleita com 72.750 votos. A 2ª mais votada para o cargo. Em 2010, ganhou 43.924 votos.
Junior Ferrari (PSD):
Reeleito com 63.752 votos. Há 4 anos, no PTB, obteve 43.279 votos.
Coronel Neil (PSDB):
Eleito para o cargo pela 1ª vez com 50.999 votos.
Luth Rebelo (PSD):
Eleito para o cargo pela 1ª vez. Amealhou 51.345 votos.
Fernando Coimbra (PSD):
Reeleito com 44.943 votos. Em 2010, ganhou com 29.036 votos.
6. Ana Cunha (PSDB):
Reeleita com 50.491 votos. Há 4 anos, ganhou com 35.336.
Eliane Lima (PSDB):
Eleita pela primeira vez para o cargo, com 42.724 votos.
Tião Miranda (PTB):
Reeleito com 41.147 votos. Há 4 anos, foi eleito com 41.193 votos.
Eduardo Costa (PTB):
Reeleito com 43.783 votos. Em 2010, obteve 32.458 votos.
Celso Sabino (PSDB):
Reeleito com 39.929 votos. Em 2010, obteve 19.140 votos.
Luiz Seffer (PP):
Retorna à Alepa com 33.651 votos. Em 2010, amealhou 19.823 votos.
12. Milton Campos (PSDB):
Eleito pela 1ª vez para o cargo, com 34.370 votos.
Coligação Todos pelo Pará (PMDB e PT):
13. Martinho Carmona (PMDB):
Reeleito com 45.736 votos. Há 4 anos, foi eleito com 43.457 votos.
Doutor Wanderlan (PMDB):
Reeleito com 34.738 votos. Em 2010, ganhou com 23.459 votos.
Osório Juvenil (PMDB):
Reeleito com 34.055 votos. Em 2010, ganhou com 28.035 votos.
Carlos Bordalo (PT):
Reeleito com 40.163 votos. Em 2010, foi eleito com 45.075 votos.
João Chamon Neto (PMDB):
Eleito pela primeira vez para o cargo com 34.413 votos.
José Skaff (PMDB):
Eleito pela primeira vez ao cargo, com 33.646 votos.
Airton Faleiro (PT):
Reeleito com 32.827 votos. Em 2010, ganhou com 32.893 votos.
20. Dirceu Ten Caten (PT):
Eleito pela primeira vez ao cargo, com 32.930 votos
Eraldo Pimenta (PMDB):
Eleito pela primeira vez ao cargo, com 30.089 votos
Chicão (PMDB):
Reeleito com 31.296 votos. Há 4 anos, conseguiu 39.856 votos.
Iran Lima (PMDB):
Eleito pela primeira vez com 30.534 votos.
Coligação A Força da Nossa Gente II (PRB, PSDC, PMN, PRP, SD e PEN):
24. Raimundo Santos (PEN):
Reeleito com 44.452 votos. Em 2010, ganhou com 23.250 votos.
Pastor Divino
Hilton Aguiar
Eliel Faustino
Coligação União Pelo Povo do Pará (PR, PHS e PROS):
28. Junior Hage
Renato Oghwa
Soldado Tercio
Rui Begot
Democratas
32. Marcio Miranda
Haroldo Martins
PSC
34. Olival Marques
Dr. Jaques Neves
PSB
36. Sidney Rosa
Cassio Anderade
PDT/PPL/PTN/PSL
38. Antônio Tonheiro
Miro Sanova
PCB
40. Lelio Costa
PPS
41. Thiago Araújo

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Vice de Helder é líder nacional em processos no Supremo

De cada dez deputados que concorrem a algum mandato nesta eleição, três estão sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF).
Helder e MaiaLevantamento feito pelo [site] Congresso em Foco revela que 140 dos 479 integrantes da Câmara que disputam as eleições respondem a inquérito ou ação penal na mais alta corte do país, onde tramitam as acusações criminais contra parlamentares e outras autoridades federais.
Dez deputados são alvos de mais de cinco investigações.
Os campeões em suspeita são dois deputados do Democratas (DEM) que disputam o mandato de vice-governador em estados da região Norte: Paulo César Quartiero (DEM-RR) e Lira Maia (DEM-PA).
Cada um deles acumula 12 pendências judiciais. Entre os deputados com problemas na Justiça, 115 concorrem à reeleição e cinco ao Senado. Ou seja, se conseguirem manter seus mandatos federais continuarão com a prerrogativa de só serem investigados ou julgados no Supremo.

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