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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

1,5 milhão de preservativos serão distribuídos no Pará durante o Carnaval


preservativoA campanha de prevenção às DSTs/ Aids é intensificada no Carnaval com ações especiais da Sespa (Secretaria de Estado de Saúde Pública), que vai oferecer testes rápidos de HIV e hepatites e distribuir preservativos nos municípios onde a folia atrai mais brincantes no Pará.
Mais de 35 mil testes rápidos e 1,5 milhão de preservativos serão distribuídos entre os 144 municípios paraenses.
Segundo a coordenadora estadual DST/ Aids da Sespa, Deborah Crespo, será feito mais um tipo de testagem.
“Começamos a usar o teste rápido pela saliva também, o que chamamos de ‘Fluído Oral’, que diagnostica a presença do anticorpo do vírus na saliva. Lembro, no entanto, que o vírus não é transmitido pelo beijo”, enfatiza.

R$ 10 milhões no Orçamento para Chapadinha

Estreante na política, o federal paraense Francisco Chapadinha (PSD – foto) – assim como todos os 240 novatos da Câmara dos Deputados – terá direito a 10 milhões de reais em emendas no Orçamento da União deste ano.
Chapadinha tem até o dia 23 ao líder da bancada do PSD na Casa, Rogério Rosso, para apresentar suas emendas, sendo que, obrigatoriamente, 50% delas devem ser para projetos ligados à área da Saúde.
Os redutos onde Chapadinha obteve maior colheita de votos na eleição do ano passado foram Itaituba e Santarém.
E foi ainda o mais votado nos tapajônicos municípios de Belterra e Mojuí dos Campos.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Mulheres Candidatas a Prefeita nas Próximas Eleições, Será?

Será que na cidade de Uruará terá, candidatas mulheres nas próximas eleições majoritárias?

– cada mulher conquista seu lugar de forma única, exclusiva, a depender do momento e das circunstâncias, sem um lugar previamente reservado. Já tivemos e temos no Brasil mulheres governadoras, prefeitas, senadoras e até mesmo Presidente. Vamos ter agora uma mulher como candidata a prefeita da cidade de Uruará em condições de lutar por vitória.?
abaixo alguns nomes que soam na boca do povo.
Vamira Pereira, Carla Bortolini, Maris Nicolodi, Elenita Galvão, Denise Pimenta, Daniella Christofoletti, Marivone da Radio, Claudia Longhi.
Indique outros nomes Abaixo!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Será?

Lula 2018, um novo Felipão?


Coluna Painel, da Folha de S. Paulo, hoje (16):
Lula
Um petista que acha que Lula não deve ser candidato em 2018 justifica que o ex-presidente só tem a perder num novo mandato:
“Ele vai correr o risco de deixar de ser o Felipão que ganhou a Copa em 2002 para virar o que tomou 7 a 1?”.

Assume ou Não?

Deputado recém-eleito perde mais uma batalha no TRE

Eraldo PimentaDeputado estadual recém-eleito, Eraldo Pimenta (PMDB – foto) perdeu mais uma batalha na guerra jurídica que trava para anular a sentença do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Pará que reprovou a prestação de contas da campanha dele no ano passado.
O MPE (Ministério Público Eleitoral) se manifestou pela “rejeição” dos embargos de declaração ajuizados pela defesa do ex-prefeito de Uruará.
Os autos do processo voltaram agora às mão do relator do caso, juiz Altemar Paes.
Eraldo Pimenta toma posse pela 1ª vez na Alepa (Assembleia Legislativa do Pará) no próximo dia 1º.

Por: Jeso Caneiro

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Trabalhadores interditam Rodovia Santarém – Cuiabá

Líderes do movimento exigem a presença de representantes do DNIT no local

Congestionamento de veículos está grande na Rodovia
Congestionamento de veículos está grande na Rodovia
Revoltados com as péssimas condições de trafegabilidade e com o abandono do Governo Federal, membros do Sindicato da Agricultura Familiar interditaram na manhã de segunda-feira (05), a Rodovia Santarém – Cuiabá (BR-163), no quilômetro 40, no município de Rurópolis, no sentido Itaituba.
De acordo com lideranças do movimento, a interdição é por tempo indeterminado. Os líderes exigem a presença de representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT) no local, com poder de decisão, para negociar a principal exigência, que é a garantia de que haverá condições de ser mantido o tráfego nessa rodovia durante o período chuvoso (inverno amazônico), pois o trecho mais próximo de Rurópolis encontra-se em péssimas condições.
O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Itaituba (CDL), empresário Davi Menezes, conta que trafegou na Rodovia, na semana passada e, constatou que cerca de 50 quilômetros da rodovia estão precisando de recuperação urgente.
Trabalhadores colocaram toras de madeira para interditar Rodovia
Trabalhadores colocaram toras de madeira para interditar Rodovia
Segundo os trabalhadores da Santarém – Cuiabá, as carretas que transportam grãos do Mato Grosso para o porto de Santarém, utilizam o leito da rodovia, desgastando muito a estrada, o que faz com que seja muito difícil para os carros pequenos trafegarem, sobretudo, no referido trecho.
Por enquanto, nenhuma autoridade manifestou-se em relação à interdição, enquanto os carros começam a fazer filas de um lado e de outro.
O congestionamento chega a quase 6 quilômetros, de acordo com os trabalhadores.
Trabalhadores protestam contra o manejo florestal realizado no local pela empresa Jari Celulose - Grupo Jari
Trabalhadores protestam contra o manejo florestal realizado no local pela empresa Jari Celulose – Grupo Jari
PROTESTO EM ALMEIRIM: Outro protesto de trabalhadores também acontece no município de Almeirim, no Oeste do Pará. Moradores da comunidade Repartimento dos Pilões acampam desde o dia 26 do mês passado, em uma área da Floresta Amazônica, dentro do Município.
Os trabalhadores protestam contra o manejo florestal realizado no local pela empresa Jari Celulose/Grupo Jari, produtora de celulose para papel. A ação tem apoio da Associação dos Micros e Mini Produtores Rurais e Extrativistas das Comunidades do Repartimento dos Pilões e Vila Nova e ainda da Rede Intercomunitária Almeirim em Ação (RICA), que reúne um total de onze comunidades da região. As lideranças acusam a empresa de invadir uma área de uso comunitário e afirmam que o protesto só terá fim com a presença das autoridades no local.
“Nossas famílias estão protestando contra o manejo liberado pela Sema, para a empresa do Grupo Jari Florestal S/A dentro da área de uso comum de nossas comunidades. Nossas famílias são pobres. Vivemos do extrativismo da castanha do Pará e da pequena agricultura. A retirada da madeira empobrece nossa área e ameaça nossa principal base econômica, que ainda é o extrativismo’’, disse a vice-presidente da Associação dos Micro Extrativistas e coordenadora da RICA, Dilva Araújo.
Ela informou que o conflito pela disputa da área é antigo, remetendo à década de 1980. De lá para cá, vários acordos já foram firmados entre a Jari e as comunidades, para a ocupação da área e exploração dos recursos naturais, inclusive com intermediação do Ministério Público Estadual e da Justiça Estadual. No entanto, as lideranças dizem que os descumprimentos dos acordos são comuns. As famílias querem que o poder judiciário se manifeste sobre a regularização fundiária e limites do Plano de Manejo Florestal Empresarial.
A área, foco da disputa, é rica em castanha-do-pará e outras diversas espécies florestais e frutíferas, como piquiá, uxi, andiroba, copaíba, breu branco, açai, bacaba, cumaru e jatobá. Também registra a presença de animais de caça, que servem de complemento alimentar para dezenas de famílias.
Dilva Araújo disse que os moradores se surpreenderam com a presença de empregados da Jari na área. Ela contou que representantes da empresa promoveram uma reunião com as comunidades para informar que tinham autorização da Sema para retirar madeira de lei da área.
“Eles fizeram a reunião para dizer que iam retirar a madeira, nós ficamos revoltados, mas não sabíamos que na verdade, eles já estavam dentro da mata. Eles já retiraram quase tudo, só pararam porque chegamos’’, declarou a lider comunitária. “Queremos que a Sema nos esclareça porque liberou o manejo na área’’, concluiu Dilva, afirmando que os moradores só sairão da área onde estão acampados quando receberem a visita das autoridades.
Fonte: RG 15/O Impacto, com informações de Jota parente e Dailton Palheta

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

As 7 palavras mais usada por Dilma no discurso de posse

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Em seu discurso de posse ontem (1º), na Câmara dos Deputados, a presidente reeleita do país, Dilma Rousseff, disse que vai priorizar a educação de qualidade para todos os segmentos da população.
Neste link, a íntegra do discurso.
Abaixo, as palavras mais usadas pela presidente nesse documento, abstraídos termos como preposições, artigos, pronomes, conjunções e similares.

1ª) Brasileiro

Exemplo: “A partir do extraordinário trabalho iniciado pelo governo do presidente Lula, continuado por nós, temos hoje a primeira geração de brasileiros que não vivenciou a tragédia da fome”.
Total: 32 vezes

2º) Brasil

Exemplo: “Nunca o Brasil viveu um período tão longo sem crises institucionais”.
Total: 28 vezes

3º) Povo

Exemplo: “Este projeto pertence ao povo brasileiro e, mais do que nunca, é para o povo brasileiro e com o povo brasileiro que vamos governar”.
Total: 25 vezes

4ª) Política

Exemplo: “É inadiável uma … Reforma política que estimule o povo brasileiro a retomar seu gosto e sua admiração pela política”.
Total: 19 vezes

5ª) País

Exemplo: “As mudanças que o país espera para os próximos quatro anos dependem muito da estabilidade e da credibilidade da economia”.
Total: 18 vezes

6º) Vamos

Exemplo: “Vamos, mais uma vez derrotar a falsa tese que afirma existir um conflito entre a estabilidade econômica e o crescimento do investimento social, dos ganhos sociais e do investimento em infraestrutura”.
Total: 16 vezes

7ª) Governo

Exemplo: “Gostaria de anunciar agora o novo lema do meu governo. Ele é simples, é direto e é mobilizador. Reflete com clareza qual será a nossa grande prioridade e sinaliza para qual setor deve convergir o esforço de todas as áreas do governo. Nosso lema será: Brasil, Pátria Educadora”.
Total: 15 vezes

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Jatene nomeia general para comandar a Segurança Pública

Simão Jatene
Em entrevista à imprensa na manhã de hoje (30), o govenador reeleito do Pará, Simão Jatene (PSDB), anunciou oficialmente o nome dos novos secretários estaduais.
Secretário de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), general Jeannot Jansen FOTO: DIVULGAÃÃODATA: 30.12.2014Na ocasião,  Jatene explicou o motivo das mudanças e continuidades nos cargos: lógica de racionalização dos gastos e avanços no serviço público.
No Leia Mais, abaixo, confira todos os nomes anunciados hoje.
Entre os novos nomes estão o do deputado estadual José Megale (PSDB), para chefe da Casa Civil; general Jeannot Jansen (foto), a pasta de Segurança Pública (Segup) e Helenilson Pontes, atual vice-governador, para a Educação (Seduc).
Entre os que permanecem no cargo estão Alice Viana, de Administração (Sead) e José Tostes, da Fazenda (Sefa), entre outros.
Os titulares do Detran, Fundação Santa Casa de Misericórdia, Arcon e outros órgãos da administração direta e indireta serão definidos nos próximos dias.
Segup: General Jeannot Jansen
É general-de-divisão pelo Exército Brasileiro. Formado pela Academia Militar das Agulhas Negras, possui grau de doutor em Aplicações Militares. Já ocupou o cargo de Comandante da 8ª Região Militar do Exército, com sede em Belém.
Educação (Seduc): Helenilson Pontes
Foi eleito vice-governador em 2010. Na eleição deste ano, foi candidato ao Senado, não tendo obtido êxito.
Saúde (Sespa): Heloísa Guimarães
Possui graduação em Medicina (UFPA). Ocupava o cargo de secretária-ajunta da Sespa desde 2012.
Administração (Sead) – Alice Viana
Graduada em Administração de Empresas, bacharel em Direito e Especialista em Gestão Pública. É titular da pasta desde 2011.
Fazenda (Sefa) – José Tostes
Economista, foi Superintendente da Receita Federal do Brasil na 2ª Região Fiscal durante 14 anos. É o atual titular da pasta e ocupa o cargo de coordenador do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).
Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) – Adnan Demachki
Foi prefeito de Paragominas (2005-2012). Ocupou o cargo de secretário de Promoção Social e secretário especial de Gestão na última gestão do Governo do Estado.
Desenvolvimento Agropecuário e de Pesca (Sedap) – Hildegardo Nunes
Engenheiro Agrônomo, Hildegardo Nunes foi vice-governador do Pará (1999 e 2001). Já ocupou a Secretaria de Estado Agricultura.
Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop) – Noêmia Jacob
É funcionária Caixa Econômica Federal há 25 anos, com mais de 16 anos de experiência gerencial. Já respondeu pela Cohab e Cosanpa.
Ciência, Tecnologia e Educação Tcnológica (Sextet) – Alex Fiúza de Mello
Ex-reitor da UFPA, é doutor Ciências Sociais Unicamp).Na segunda gestão de Simão Jatene no governo do Estado, Alex Fiúza comandou a Secretaria Especial de Proteção Social.
Planejamento (Seplan) – José Alberto Colares
Economista formado pela UFPA. Já atuou na Secretaria de Estado de Planejamento, Secretaria de Produção, Projetos Estratégicos e foi diretor do Instituto de Desenvolvimento Florestal do Pará (Ideflor). Ocupou entre 2012 e 2014 o cargo de Secretário de Estado de Meio Ambiente.
Cultura (Secult) – Paulo Chaves Fernandes
Formado em Arquitetura e Urbanismo pela UFPA e pós-graduado em Comunicação pela UFRJ. Continua no cargo.
Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) – Luiz Fernandes Rocha
Formado em Direito pela Universidade Federal do Pará (UFPA), é pós-graduado com especialização em Direito Ambiental e Políticas Públicas também pela UFPA. Esteve à frente da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social entre 2011 e 2014.
Comunicação (Secom) – Daniel Nardin
É jornalista formado pela UFPA e mestre em Comunicação e Sociedade pela Universidade de Brasília (UnB). Atualmente é o titular da pasta, cujo cargo assumiu em janeiro de 2014.
Secretaria de Estado de Turismo (Setur) – Adenauer Góes
Formado em Medicina pela UFPA, exerceu o mandato de vereador e deputado estadual. Foi também presidente da extinta Paratur, por duas vezes.
Secretaria de Transportes (Setran) – Ismar Pereira
Engenheiro Civil, é formado pela UFPA. Possui vasta experiência em obras públicas, especialmente na área de urbanismo e infraestrutura.
Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) – Michell Durans
Advogado, atuou como Diretor de Assuntos Jurídicos da Sejudh
Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster) – Heitor Pinheiro
Psicólogo, ocupava a Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas).
Esporte e Lazer (Seel) – Renilce Lobo Nicodemos
Formada em Administração e Pedagogia. Foi secretária adjunta da Seel, pasta que assumiu a titularidade em fevereiro deste ano.
Casa Civil – José Megale
Nascido em Alenquer, é formado em Engenharia Agrônoma. Exerceu entre 2011 a 2014 seu terceiro mandato como deputado estadual.
Casa Militar da Governadoria – Tenente-coronel César Mello
Com 25 anos de Polícia Militar do Pará, é especialista em Operações Especiais e em Área de Selva, Segurança de Autoridades e Contra-terrorismo. Ocupava a direção de Operações da Casa Militar da Governadoria.
Procuradoria Geral do Estado (PGE) – Antonio Saboia de Melo Neto
Ingressou na PGE em maio de 1999.
Polícia Militar – Coronel Roberto Campos
Tem 26 anos de serviço efetivo na Polícia Militar do Pará.
Comandante Geral do Corpo de Bombeiros – Coronel Nahum Fernandes da Silva
Possui 32 anos de serviço público, sendo formado pela Polícia Militar em 1982 e pelo Corpo de Bombeiros em 1990.
Administração Indireta:
Susipe (Superintendência do Sistema Penal do Pará) – Coronel André Cunha
Fundação Cultural do Pará (FCT) – Dina Oliveira
Cosanpa – Luciano Dias
Hemopa – Ana Suely Saraiva
Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec) – José Severino Filho
Companhia de Portos e Hidrovias do Pará (CPH) – Abraão Benassuly
Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) – Luciano Guedes
Companhia de Habitação do Pará (Cohab) – Lucilene Bastos Farinha Silva
Hospital Ophir Loyola – Vitor Mateus
Hospital de Clínicas Gaspar Vianna – Anna Lydia Cabeça
Abelardo Santos – Andrea Gomes
Iterpa – Daniel Lopes
Ideflor-Bio – Thiago Novaes
Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado (Emater) – Paulo Amazonas Pedroso
Banco do Estado do Pará (Banpará) – Augusto Sérgio Amorim Costa
Imprensa Oficial – Cláudio Rocha
Funtelpa – Adelaide Oliveira
Fapespa – Professor Eduardo Costa
Fundação Carlos Gomes – Paulo Campos de Melo

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Produção agrícola cresce 170% no Pará, aponta IBGE

Resultado final das plantações no Estado foi de R$ 5,4 bi em 2013

Ovalor da Produção Agrícola Municipal (PAM) paraense cresceu cerca de 170%, entre 2006 e 2013, de acordo com números divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento divulgado registrou que o produto final das plantações feitas nas cidades do Estado alcançou R$ 5,4 bilhões em 2013, soma quase R$ 3,4 bilhões superior à observada em 2006 (R$ 2 bilhões). 
Só na lavoura temporária, que abrange áreas plantadas para culturas de curta duração, os municípios ampliaram a produção em mais de R$ 1,5 milhão,de 2006 a 2013. O montante subiu de R$ 1,2 milhão para R$ 3,7 milhões, até o final do ano passado. Na lavoura permanente, para o plantio de culturas mais longas, a soma de 2006 (R$ 784,4) foi mais do que duplicada, chegando a R$ 1,6 milhão, em 2013. 
Floresta do Araguaia, no Sudeste do Pará, obteve o maior valor de produção de lavoura temporária do Estado, de acordo com o IBGE. O plantio gerou R$ 223,7 milhões no último ano apurado pela pesquisa (2013). Ulianópolis (223,5 milhões), Acará (202,1 milhões) e Paragominas (193,8 milhões) também se destacaram pelos valores alcançados. Aliás, Paragominas plantou a maior área de lavoura temporária do Estado, 58 mil hectares (he), à frente dos municípios de Dom Eliseu (57,9 mil he), de Ulianópolis (56,9 mil he) e de Santarém (48 mil he). 
Em relação à lavoura permanente, o IBGE destacou a cidade de Medicilândia, em 2013, pelo valor produtivo atingido (R$ 159 milhões). Os municípios de Tailândia (R$ 109,5 milhões), de Capitão Poço (R$ 93,1 milhões) e do Novo Repartimento (R$ 80 milhões), também foram sublinhados pelos técnicos do IBGE. Medicilândia (32,6 mil he), Tailândia (20,2 mil he), Moju (16,1 mil he) e Novo Repartimento (13,6 mil he) foram as cidades com as maiores áreas plantadas. 
Os produtos com os maiores rendimentos na lavoura temporária, em quilogramas (Kg) por he, foram a cana-de-açúcar (67,7 mil Kg por he), seguida da mandioca (15,2 mil Kg por he), da melancia (22,4 mil Kg he), do tomate (24,4 mil Kg por he) e da batata-doce (5 mil Kg por he). Em relação aos rendimentos médios da produção da lavoura permanente, os produtos com melhor resultado são o abacate (28,4 mil Kg por he), a banana (13 mil Kg por he), o dendê (19,1 mil Kg he), o limão (17,3 mil Kg por he) e a goiaba (17 mil Kg por he). 
PECUÁRIA
O IBGE também apurou o efetivo de rebanhos, na Pesquisa Pecuária Municipal (PPM). Em 2012, o Pará criou 18,6 milhões de cabeças de bovinos, 270 mil equinos, 454 mil bubalinos, 14,1 mil asininos, 93,1 mil muares,713,2 mil suínos, 59,8 mil caprinos, 175,7 mil ovinos, 10 milhões de galos, frangas, frangos e pintos, 2,8 milhões de galinhas, 34 mil codornas e 62 coelhos.
São Félix do Xingu tinha, em 2012, 2,1 milhões de cabeças de bovinos - a maior quantidade do Estado. O município, também localizado no Sudeste do Pará, tinha ainda os números mais expressivos em relação ao total de equinos (20,7 mil), muares (11,4 mil), suínos (29,1 mil), asininos (1,7 mil) e caprinos (3 mil). Soure tem o maior número de bubalinos do Pará, segundo a pesquisa com resultados de 2012 (71,9 mil), Altamira tem mais ovinos (8,9 mil), Santa Isabel do Pará se sobressai em relação aos galos, frangos, frangas e pintos (2,4 milhões) e às codornas (6,5 mil). As galinhas estão mais concentradas em Dom Eliseu (150,7 mil) e os coelhos em Oriximiná (42).
VEGETAL
A Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura, outra pesquisa divulgada ontem pelo IBGE, com números de 2013, mostrou que o Pará produz mais na extração vegetal com o carvão vegetal (54,6 mil toneladas), a lenha (2,4 milhões de toneladas) e a madeira em tora (4,6 milhões de toneladas). No segmento de produtos alimentícios (124,5 mil toneladas), os destaques são para o açaí (9 mil toneladas) e o Palmito (4,3 mil toneladas). Em relação à rentabilidade, o IBGE anotou como principais atores a madeira em tora (R$ 976,7 milhões), a lenha (R$ 58,6 milhões) e o carvão vegetal (R$ 31,5 milhões).
Na silvicultura as produções de madeira em tora (2,1 milhões de metros cúbicos) e madeira em tora para outras finalidades (540,4 mil metros cúbicos) impulsionaram, em 2013, o setor, no Estado, com os valores totais da produção em R$ 188 milhões e R$ 57 milhões, respectivamente. 

Por:  O liberal

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Jatene reúne com empresários para explicar nova taxa

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O governador Simão Jatene se reuniu na manhã com mais de 20 representantes de diversos segmentos do setor produtivo.
Federações e associações de empresários dos setores da indústria, comércio, agricultura e pecuária receberam, ontem (15), esclarecimentos acerca do projeto de lei que dispõe sobre a taxação do uso das águas no Pará.
O projeto deverá ser votado ainda este ano na Alepa (Assembleia Legislativa do Pará).
O encontro, porém, não se esgotou nessa pauta. Acabou transformando-se numa oportunidade para que governo do Estado e empresários alinhavassem um compromisso de cooperação em defesa do Pará.

Três anos após o plebiscito, o que mudou no Pará?

Há exatos três anos, o estado do Pará passava por um marco em sua história. Estava sendo realizado um plebiscito para saber se a dimensão territorial paraense se manteria ou seria desmembrada em mais duas unidades federativas: Carajás e Tapajós no sudeste e oeste paraense, respectivamente.
Há exatos dois anos, escrevi sobre a questão. Completava naquele momento um ano da consulta popular. E eu já me perguntava, refletia e provocava sobre o que estava sendo feito para atenuar as assimetrias regionais paraenses.
Sem esforço se percebia que nada. Várias promessas de integração regional foram levadas pelo vento.
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Tapajós e Pará: separatismo
O próprio governador Simão Jatene, que um dia após o plebiscito, concedeu entrevista a um canal de televisão, apresentou as possíveis ações por parte do Estado para amenizar e atender as demandas das regiões mais afastadas da capital. Balela palaciana. Nada mudou.
Nos últimos dias se completou três primaveras ou se preferir, verões ou invernos amazônicos e nada foi feito. Pelo contrário, aprofundou-se as diferenças.
A RMB (Região Metropolitana de Belém) continua cada vez mais isolada do resto do território paraense, rodeada por “muros” invisíveis, sem a devida conexão com o restante do território. O Pará parece feito de feudos, aos moldes da Idade Média.
Como mudar isso? Não tem fórmula mágica ou ações extraordinárias. O Estado precisa repensar o modelo de gestão, buscar a descentralização da máquina, equilibrar o orçamento, sobretudo na questão de investimentos. Isso se espera ou se esperava do governo Jatene.
Nada disso foi feito em seu primeiro mandato, o segundo na história no Palácio dos Despachos. Agora, através das urnas, Jatene terá o terceiro mandato, o segundo consecutivo, sendo o único a chefiar por três vezes o executivo paraense. O que esperar para os próximos quatro anos?
A última disputa eleitoral parece ter deixado cicatrizes fundas no Palácio dos Despachos. Conscidência ou não, as regiões em que o governador perdeu nas urnas, no novo orçamento enviado à Alepa, perderam investimentos, parte do bolo orçamentário.
O volume de recursos que o governo Jatene terá em 2015 chegou a R$ 20 bilhões. A RMB levou mais da metade desse volume bilionário. Houve cortes nos recursos destinados as regiões de Carajás (sudeste paraense) e Tapajós (oeste paraense), bem consideráveis em relação ao atual orçamento em vigor.
Fica claro que o discurso de integração regional ficou sem sentido. Como integrar? Desenvolver? Com menos recursos? Essa alquimia só pode ser conhecida pelo próprio governador.
Jatene vem lardeando aos ventos, e a quem quiser ouvir que irá criar os centros administrativos. Serão duas unidades: em Marabá e Santarém, as duas maiores cidades das regiões sudeste e oeste, respectivamente.
Qual perfil de atuação teriam esses centros? Seriam órgãos independentes, que terão autonomia de gestão? Ou meros cabides de empregos para aliados regionais? Como criar essa estrutura administrativa com menos recursos?
A disputa em 2011 entre o SIM e o NÃO, mostrou-se apenas ser um processo eleitoral. A confirmação de um estado dividido, com pretensões diferentes e com desejos opostos.
O plebiscito confirmou, via processo democrático de consulta popular, que a divisão do território paraense é algo inevitável. O NÃO venceu por reunir a maior quantidade de eleitores, ter o maior colégio eleitoral. Em termos números o resultado não foi surpresa.
Certo mesmo que após três anos do plebiscito, o Pará continua desigual e divido. A cada eleição essa separação territorial parece mais forte. As quatros gestões do PSDB e uma do PT não conseguiram diminuir essa divisão.
O retalhamento do território paraense parece ser inevitável, algo que está sendo postergado, mas é um caminho sem volta. Questão de tempo e organização para que ocorra. O Pará já está dividido.
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* É professor de Geografia concursado da rede municipal de ensino de Parauapebas. Tem esspecialização em Geografia da Amazônia: sociedade e gestão dos recursos naturais.

por Henrique Branco (*)

A Petrobras no fundo do poço*

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No final de 2013 a Petrobras foi listada como a segunda petroleira mais desvalorizada do mundo.
Ali havia uma situação global que atingia a maioria das petroleiras, principalmente a russa Gazprom, que além de enfrentar denúncias de corrupção, tinha posições solapadas com os ventos da crise russa com a Ucrânia.
O Governo Federal não acusou o golpe e ignorou que o cenário poderia levar os acionistas a realizarem seus prejuízos, ou seja, correr para vender, mesmo por valor menor do que comprou.
Revelada a corrupção na empresa, os acionistas que ainda aguardavam resolveram realizar os prejuízos. O governo continuou fingindo que não era com ele.
> Desvalorização das ações
As ações preferenciais da Petrobras, que valiam, em outubro, R$ 16,30, fecharam ontem (15) em R$ 9,18: uma desvalorização de 43,7%.
As ações ordinárias, que em outubro valiam R$ 15,70, fecharam ontem em R$ 8,52: uma desvalorização de 45,7%.
> Auto flagelação
A Petrobras está no fundo do poço (e ela tem que bombear de lá muito petróleo para alavancar suas posições na Bolsa) e o golpe de misericórdia ela desfere em si mesma ao não publicar o balanço auditado, o que a impede de prover caixa para saldar, imediatamente, R$ 7 bilhões e mais R$ 56 bilhões que vencem até junho de 2015, o que não seria problema caso o estado não fosse catatônico.
> Providência
Causa espécie a presidente Dilma ainda não ter providenciado a recuperação orgânica da Petrobras, trocando todos os seus quadros gerenciais por uma equipe de contingência, encarregada de sanear a empresa, como fez com a equipe econômica.
Sem tal providência, a Petrobras continuará sangrando até que o mercado a precifique a menor do que o seu próprio valor patrimonial, ou seja, a empresa passará a valer menos do que, efetivamente, as reservas de petróleo, a liquidez, as refinarias e as plataformas que ela possui, valem.
Não tenho elementos para totalizar isso, mas o fato do valor das ações terem caído pela metade, é índice de que aquele cenário se avizinha, e só pode ser revertido por uma ação política firme, que sinalize ao mercado que a sangria estancou.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

ÁGUA E ESGOTO ENCANADO: SONHO DO POVO DE URUARÁ

Prefeito Everton Banha, participa neste exato momento, Juntamente com o Secretário de administração Marcos Baida, de uma reunião na FUNASA em Belém, para detalhamento e ajustes no convênio do Sistema de abastecimento de água para o Município de Uruará. reunião apenas com Prefeitos, que tem projetos de água e esgoto aprovado. 

Mais 3 ex-secretários de Lira Maia são incluídos na lista dos fichas sujas do Pará

Jaci Barros2Além de Erasmo Maia, mais três ex-secretários municipais em Santarém sofreram pena de inelegibilidade do TCM (Tribunal de Contas dos Municípios), por prestação de contas irregulares, e agora fazem parte da lista dos fichas sujas no Pará.
Todos, coincidência das coincidências, trabalharam com o ex-prefeito e multiprocessado Lira Maia (DEM) e hoje fazem parte do primeiro escalão do governo Alexandre Von (PSDB).
São eles:
1) Jaci Barros (foto) chefe de Gabinete e secretário interino de Juventude, Esporte e Lazer (Semjel).
Inelegível por causa das contas da Semab/2003.
2) Ana Rita Macêdo, secretária de Administração (Semad)
Inelegível por causa das contas da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento/2003.
3) Rosinaldo Colares, secretário de Agricultura e Abastecimento (Semab)
Inelegível por causa das contas da Semab/2003 3 e 2004.
Os 3 receberam pena de cassação de seus direitos políticos por 8 anos.

Por: Jeso Carneiro

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Os pretensos candidatos a prefeito de Uruará, será?

Vem sendo cogitado os nomes de 9 ou mais pretensos pré -candidatos ao maior cargo do executivo municipal de Uruará para 2016.


O atual prefeito Everton Banha não por direito como geralmente e  vinculado, pois o fato dele ser prefeito não garante o direito de concorrer a reeleição, isto depende de algo como o seu próprio interesse ou não em concorrer, pode depender também de como o mesmo estiver avaliado na ocasião e o mais importante, se a executiva no PDT local vai dar o aval para ele concorra a mais um mandato, pois essa decisão não é unilateral e sim colegiada.


Everton Banha não comenta, se é o não candidato a reeleição, até mesmo por que está muito longe, para se falar nisto, já que seu mandato não completou nem dois anos ainda. Alem do Prefeito atuante existe outros nomes citados dentre eles: o Ex- Mario Lobo, Landim (Baiano Lanterneiro), Leandro Goiano, Gilsinho, Turrão, Zenilson Negão, Selestino, Cicero, Julio Magno e Provalmente alguém do PT.

São tantos Possíveis Pretensos Candidatos que, se as Eleições fosse hoje, ficaria difícil de escolher. Quem você votaria?